Quem gosta de pessoas as aglutina, como gestor - dando guarida, e como comunicador - ao ser acolhida a sua Arte, para poder, assim, cada um dar o seu recado.
Museu pode humanizar, ao lembrar aquele que se foi, assim como a maternidade, ao lembrar os que estão por nascer.
Esse sentimento humano é fomentado pelo artista que, vivo, também promove o melhor, ser do humano, ao sentir.
As vezes o sentir está longe, no tempo museu e distante, no espaço maternidade.
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