Dois ursos conversam, enquanto um se banha no rio, este que sorve a luz de objeto que plaina sobre sua água.
- Estou ferido.- Quem o acertou?
- O caçador de pele - esta, que minha mãe lambeu.
Você tem o calor dos pelos e da capa de gordura, para se esconder na caverna.
Perderei tudo, se ele tiver, em arma, me alcançado.
- O vermelho de seu sangue é, jorrado da ferida, sentença de morte.
- Peço pra você lamber minha ferida, agora, pra cicatrizá-la.
- Antes que o perdigueiro sinta tal cheiro?
- O vermelho é vida, mas mostra o caminho por mim tomado. Minha vida é sua vida, em amizade. Se você verter uma gota, de seu corpo - em minha ferida.
- Será compatível fazer tal infusão que torna seu o meu líquido.
- Hemólise estará ausente, em necessária transfusão de seu bem vindo sangue. Seus glóbulos brancos em sinal de paz, brancos estarão, sem me fagocitar?
- Sim, ao encontro!
- Sim, ao encontro!
rastro de sombra...
aparece à frente um caminho –
Lua ilumina
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