Pedra - Sou uma pedra, sobre você - simples papel.
Folha de jornal - Sim, mas até ontem soberano, no mundo da palavra.
- Não presuma o que não possa presumir.
- O peixe é, hoje, por mim embrulhado.
- Agora a palavra cede, a vez, ao pescado!?
- Cada qual com seu qual.
- Anuncio que vim, do paraíso geológico, ao mundo: por arrancamento.
- Há repetição desse evento partido, que você reflete nos outros - chegada abrupta ao mundo.
- Posso sublimar, assim, o que é passível de compreensão, em tais atos violentos, relevados por meus convivas.
A pedra fundamental é a convivência íntima, atualmente em apartamento.
O Cavalo de Tróia é a taxa de condomínio, porque tolhe o sentir - voar de alma da borboleta e brincadeira do palhaço, existente em cada um, agora de queimadura da água-viva.
Pé de jogador do futebol, fica parado, só deambula em areia, próximo a pingo de sorvete que caia, durante o verão.
- História intui, merece atenção, onde um sonho flui, pulsa o coração.
- Gestar e nascer, pensar e escrever, no tempo existente está recorrente.
- Uma parição - criada semente, afetuosa e quente é mais louvação.
- Caule dá sombra, tronco a sustenta, flor um aroma, e eu a molhar.
- Come-se a polpa - a Semente de Jatobá germina aqui.
- Romantizo o escrever, só pra me proteger, foi num útero aflorado que me senti bem amado.
- Nutro assim a raiz e terra ao redor, caso o apresente à colheita - mais prazer que um amor.
- Seiva nova que a nutra, é salgada, deixa doce, alagada.
Em tal lâmina d’água, formada, cintilam cores trazidas pelos raios de sol que perpassam folhas de papel agrupadas, geometricamente.
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