A moleca no fim dos tempos -
da casa, das termas, da rua,
reflete dramaticidade
controvérsia apenas presente.
À luz de vela caminhante,
apaga trágico pulsar,
atravessa toda água
sem um simples balbuciar.
Abandono perpetrado,
aberta - rompida importa,
descamba ao falar ao vento,
acerta - atada ao sol.
* Exercício, do "Laboratório de Poética" - Marcelo Ariel, de 18 de abril de 2016 –
sensações advindas das palavras – sem citá-las: silêncio, Deus, humanidade, amor, corpo, mundo, mãe, pátria e saudade, na sessão cinematográfica de: “Nostalgia” de Tarkovski - que traduz a 7ª Sinfonia de Bethoven - https://www.youtube.com/watch?v=C6_kBg3_g10 .
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