sexta-feira, 18 de setembro de 2015

Paranapuã?

Encontra o litorâneo limo,
sentimento tão puro, preservado.
Vento emaranhado -
estou no vazio.

Xingada Xixová até há -
notável frescor agora achado.
Brincante és peixe -
mel fluído em ti.

Maré em ondas – onde estará?
Retida - direção reservada.
Ele terremoto,
ausência engolida.

Resiste risonhamente só,
em estatura emancipada.
Nós – imersas ondas,
apicais dispersas.

Imortalizada - agora indígena,
errática está, empedrada.
Livre arco-íris,
presente em vós.

Aporta, ancora essa aldeia,
na rara praia rehabitada.
Eles só amalgamam
em Sol que derreta.

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