Na manhã desperto,
igual voa Lála,
com teia desfeita
onde aranha abraça.
Há Cultura pisada, no palco,
em madeira da cruz com seu crivo.
Do galo ti-ti-ca
passo em meu rosto
pra crescer a barba
que assim é nutrida.
Antipatia com sua vítima,
de cruz e torno – tão secular.
Do sonho desgarro,
pra vida acordo
lembrança me traz
saudade vó Dinda.
Há pregos torneados virados
em direção contrária à sensível.
Mágico Mandrake -
na infância minha,
não brinca sozinho,
tem o seu Lotar.
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