domingo, 8 de maio de 2016

Menino Selvagem.

Na praia sonhar -
braçadas ao mar,
peitar temerário
remar nesse horário.

Chegar é mistério,
sair do império -
infância inquieta,
o isopor aquieta.

Braço pequenino,
sozinho - imanente,
tamanho somente
percebe menino.

À noite ele volta,
se antes se solta,
à margem primeira,
paixão traiçoeira.

Nenhum comentário:

Postar um comentário