segunda-feira, 25 de junho de 2018

Motoqueiro Rangel.

Motoqueiro nascido
no silêncio da mata
qual serra fria, monta
inábil engasgar
d'escapamento seu
Se ausente amor
o Bel Canto se cala!

Voz esvazia, treme.
A empatia vai
embora, senão vida
sua quebra instante
cacofonia traz.
Ouvir as notas soltas
no ar, de tão partidas,
esvaziada pauta.

Virtuose servido
por cavalos de força.
Sem pestanejar
há de se encontrar
na noite o inverno.
Esfumaçado céu
em combustão tão fóssil.

rrr./ Coral Santista de Servidores.

3 comentários:

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  3. Motoqueiro Rangel.

    Motoqueiro nascido
    no silêncio da mata.
    Longe da serra fria,
    inábil, monta em
    quente escape, engasga.
    Em ausente amor
    o Bel Canto se cala!

    Voz dissipa, tremida.
    Outrora empatia
    onde havia vida.
    Seu quebra instante
    cacofonia traz.
    Notas soltas, ouví-las
    agora tão partidas,
    esvaziam a pauta.

    Virtuose servido
    por cavalos de força.
    Sem pestanejar
    à galope encontra
    a noite de inverno.
    Em combustão tão fóssil
    esfumaçado céu.

    rrr./ Coral Santista de Servidores.

    http://libertodesi.blogspot.com/2018/06/motoqueiro-rangel.html?m=1

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