O libertário saber não falado, fora apenas sentido!
- Ancorado eu estava em porto seguro.
O filho, com ausente pai, no primeiro dia de encarceramento.
- Agora, fora do remanso. Sem ondas em lâmina d'água, pra mostrar a você qual direção a tomar.
Em busca de palavras, por não tê-las perguntado.
- Isto falseia como se no estuário ainda estivesse.
Essa é a atual demanda de tal descendente.
- Correnteza presente, na qual me deixo levar!
Explodida, agora em demanda periclitante, onde antes calada.
- Aprenda à nadar, contra a correnteza!
Ficara o modelo, intraduzível em palavra, àquele enquanto criança.
- Você se fez sentir, em minha infância!
Quiçá testemunhe, ao obter resposta agora, através de leitura de espontânea escrita.
- Faço-me entender, hoje, em sua adulta vida?
- Insurgido estou!
- Qual o motivo de sua constrição?
- Em mea culpa preso estou, mas, por demanda de outrém!
- Quando jovem jogou bola, no solarium deste mesmo Palácio da Polícia, com presidiários, né!?
- Sim, por isso o querer, por agora, com eles permanecer!
- Em débito em seu jogo nada exemplar, à época, pra seus adversários de jogo de salão?
- Sabe por qual motivo?
- Já não fora suficiente o seu jogo, pra cativar-lhes?
- Mas, longe desse intuito, de querer adestrar-lhes, sem o poder de escolha!
- O jogo é insuficiente, o deles, pra se libertarem, por si só, da miséria?
- Nem o meu débito suficiente para aqui permanecer, ou o crédito deles em hábil toque de bola, pra daqui saírem.
rrr.
Inquietude em Porto Seguro.
ResponderExcluirO libertário saber não falado, fora apenas sentido!
- Ancorado eu estava em porto seguro.
O filho, com ausente pai, no primeiro dia de encarceramento.
- Agora, fora do remanso. Sem ondas em lâmina d'água, pra mostrar a você qual direção a tomar.
Em busca de palavras, por não tê-las perguntado.
- Isto falseia como se no estuário ainda estivesse.
Essa é a atual demanda de tal descendente.
- Correnteza presente, na qual me deixo levar!
Explodida, agora em demanda periclitante, onde antes calada.
- Aprenda à nadar, contra a correnteza!
Ficara o modelo, intraduzível em palavra, àquele enquanto criança.
- Você se fez sentir, em minha infância!
Quiçá testemunhe, ao obter resposta agora, através de leitura de espontânea escrita.
- Faço-me entender, hoje, em sua adulta vida?
- Insurgido estou!
- Qual o motivo de sua constrição?
- Em mea culpa preso estou, mas, por demanda de outrém!
- Quando jovem jogou bola, no solarium deste mesmo Palácio da Polícia, com presidiários, né!?
- Sim, por isso o querer, por agora, com eles permanecer!
- Em débito em seu jogo nada exemplar, à época, pra seus adversários de jogo de salão?
- Sabe por qual motivo?
- Já não fora suficiente o seu jogo, pra cativar-lhes?
- Mas, longe desse intuito, de querer adestrar-lhes, sem o poder de escolha!
- O jogo é insuficiente, o deles, pra se libertarem, por si só, da miséria?
- Nem o meu débito suficiente para aqui permanecer, ou o crédito deles em hábil toque de bola, pra daqui saírem.
rrr.
http://libertodesi.blogspot.com.br/2018/04/inquietude-em-porto-seguro.html?m=1