domingo, 22 de abril de 2018

Inquietude em Porto Seguro.

   O libertário saber não falado, fora apenas sentido!
   - Ancorado eu estava em porto seguro.
   O filho, com ausente pai, no primeiro dia de encarceramento.
   - Agora, fora do remanso. Sem ondas em lâmina d'água, pra mostrar a você qual direção a tomar.
   Em busca de palavras, por não tê-las perguntado.
   - Isto falseia como se no estuário ainda estivesse.
   Essa é a atual demanda de tal descendente.
   - Correnteza presente, na qual me deixo levar!
   Explodida, agora em demanda periclitante, onde antes calada.
   - Aprenda à nadar, contra a correnteza!
   Ficara o modelo, intraduzível em palavra, àquele enquanto criança.
   - Você se fez sentir, em minha infância!
   Quiçá testemunhe, ao obter resposta agora, através de leitura de espontânea escrita.
   - Faço-me entender, hoje, em sua adulta vida?
   - Insurgido estou!
   - Qual o motivo de sua constrição?
   - Em mea culpa preso estou, mas, por demanda de outrém!
   - Quando jovem jogou bola, no solarium deste mesmo Palácio da Polícia, com presidiários, né!?
   - Sim, por isso o querer, por agora, com eles permanecer!
   - Em débito em seu jogo nada exemplar, à época, pra seus adversários de jogo de salão?
   - Sabe por qual motivo?
   - Já não fora suficiente o seu jogo, pra cativar-lhes?
   - Mas, longe desse intuito, de querer adestrar-lhes, sem o poder de escolha!
   - O jogo é insuficiente, o deles, pra se libertarem, por si só, da miséria?
   - Nem o meu débito suficiente para aqui permanecer, ou o crédito deles em hábil toque de bola, pra daqui saírem.

rrr.

Um comentário:

  1. Inquietude em Porto Seguro.

    O libertário saber não falado, fora apenas sentido!
    - Ancorado eu estava em porto seguro.
    O filho, com ausente pai, no primeiro dia de encarceramento.
    - Agora, fora do remanso. Sem ondas em lâmina d'água, pra mostrar a você qual direção a tomar.
    Em busca de palavras, por não tê-las perguntado.
    - Isto falseia como se no estuário ainda estivesse.
    Essa é a atual demanda de tal descendente.
    - Correnteza presente, na qual me deixo levar!
    Explodida, agora em demanda periclitante, onde antes calada.
    - Aprenda à nadar, contra a correnteza!
    Ficara o modelo, intraduzível em palavra, àquele enquanto criança.
    - Você se fez sentir, em minha infância!
    Quiçá testemunhe, ao obter resposta agora, através de leitura de espontânea escrita.
    - Faço-me entender, hoje, em sua adulta vida?
    - Insurgido estou!
    - Qual o motivo de sua constrição?
    - Em mea culpa preso estou, mas, por demanda de outrém!
    - Quando jovem jogou bola, no solarium deste mesmo Palácio da Polícia, com presidiários, né!?
    - Sim, por isso o querer, por agora, com eles permanecer!
    - Em débito em seu jogo nada exemplar, à época, pra seus adversários de jogo de salão?
    - Sabe por qual motivo?
    - Já não fora suficiente o seu jogo, pra cativar-lhes?
    - Mas, longe desse intuito, de querer adestrar-lhes, sem o poder de escolha!
    - O jogo é insuficiente, o deles, pra se libertarem, por si só, da miséria?
    - Nem o meu débito suficiente para aqui permanecer, ou o crédito deles em hábil toque de bola, pra daqui saírem.

    rrr.

    http://libertodesi.blogspot.com.br/2018/04/inquietude-em-porto-seguro.html?m=1

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