sábado, 24 de março de 2018

Quem conduz e é conduzido.

Brinco quando digo, ao levar minha cadelinha à passeio, que a guia atrela quem conduz ao conduzido, mas, pra não contar a ninguém, que eu era o conduzido, já que em casa ela obedeceria às regras humanas, apenas por isto. Ao chegar antes de uma artista, noutro dia à aula, falei que ela estava por chegar, pois lhe tinha visto passeando o cachorro e, acresci, ser o cachorro que lhe levava, mas, que não contasse pra ela. Parece que a liberdade poética, essa, foi interpretada como licenciosidade minha, ou misoginia. Afasta de mim esse cálice, mãe.

rrr./

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