sexta-feira, 5 de maio de 2017

Política Pública bêbada!

   A Política bêbada - destituída de Pública, faz do cidadão a Amélia, e do desvalido o poste! Este inerte pelo peso, da pirâmide que gera infelicidade em drogadito, deveria sair de compêndio policial e assim aparecer, com todos compilados, em Saúde Pública!
   Ou o Estado assume a prescrição em ambulatório, do necessário à redução de danos da infelicidade gerada pelo sistema, ou "permissão há" à formação de cooperativa, com pregão eletrônico, para auto gestão da drogadição - com profissionais prescritores em equipe consensual.
   Ou proscrita humanização!

9 comentários:

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  2. A Política bêbada - destituída de Pública, faz do cidadão a Amélia, e do desvalido o poste!
    O drogadito poderia, gente, sair dos compêndios policiais e aparecer em Saúde Pública!
    Agudizada ideia, ao saber de avizinhada perda, de formanda em universidade, por trombada frontal em rota de fugitivo nessa demanda!
    Que sirva de estímulo à quebra de paradigma, de alguém da área de Saúde Pública - Lato Senso, para estimulo, quiçá, a TCC - Trabalho de Conclusão de Curso!
    Apenas um umbigo, ilhado, mas tentando estabelecer contato através da água que nos banha.
    Abraços.
    Ricardo Rutigliano Roque - moderador dos grupos, Médicos, Cultura Caiçara, Acervo dos Escritores Santistas, Mulher Caiçara onde Estiver, Como Escrever um Livro e Caminho das Águas, de relacionamento social no Facebook.

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  3. Feito o T.C.C. em Saúde Ambiental, com sucesso na desapropriação da Estação do Valongo, esta até então privada, em Santos por um governo de direita, se acredita que a luta anti-nosocomial aqui iniciada, se mantenha assim - livre, com aperfeiçoamento aos drogaditos, à partir de um trabalho acadêmico também. Esse bate papo estimula, pelo exemplo de tal luta, uma ação civil em processo análogo, à época contra a surdez gerada por caminhões rumo ao maior porto da América Latina, importância que geraria resistência, esta rompida por dosimetria acústica e bibliografia em T.C.C. Agora há clamorosa demanda, mas "apenas na imprensa leiga"? Esta traduziria apenas sintoma e não sinal - "água da fonte", acadêmico. Há que, portanto, conter dados estatísticos aferidos. Há acolhimento caso seja para cá encaminhado, oriundo de trabalhos científicos. Grato.

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  5. Pra algum amigo seu, ou conhecido, que se interesse nesse fazer, caso seja graduado, agora uma pós graduação, ou independente disto participar como cidadão.
    A Estação do Valongo foi desapropriada por conta da ação civil pública citada nessa historicidade!
    Agora serviria de estímulo, exemplar, à essa outra conquista.

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  6. Ali seria passado - um exemplo, pois a violência é o foco - agora, mas poderia ser potencializado em concretude - zona degradada e de frente ao museu Pelé. Daria visibilidade, mas, a proposta é de bastidor, agora, em busca do Ministério Público quanto ao dispensário de drogas - em redução de danos, no desmame de drogadição.

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  7. Rumo ao desmame, os drogaditos em oficinas terapêuticas com sustentabilidade, tenderiam à inclusão social.
    A redução de danos - oferta de drogas menos potentes em desmame, diminuiria a violência, inerente ao comércio.
    A quebra do paradigma seria a oferta de droga menos potente e gratuitamente, mas a proximidade com o fornecedor de rua dificultaria a libertária condição, mas a gratuidade facilitaria.
    A parte lúdica, lírica, já está estruturada em livros artesanais.
    O vínculo é com a Cultura - includente, que abrange a afro, guarani e européia.
    Faltaria o Ministério Público aceitar uma ação civil pública, a ser proposta, que sustente a quebra de paradigma, que por ser inédita, teria que chegar à tese de doutorado.
    Doutorado pro prescritor.

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  8. Para estabelecer nexo, entre o agravo à saúde pública - violência, e ausente serviço de redução de danos - gratuidade de substâncias psicoativas mais brandas em desmame de drogadição.

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  9. Tese: A Política bêbada - destituída de Pública, faz do cidadão a Amélia, e do desvalido o poste! Este inerte pelo peso, da pirâmide que gera infelicidade em drogadito, deveria sair de compêndio policial e assim aparecer, com todos compilados, em Saúde Pública!
    Antítese: Estado assume a prescrição em ambulatório, do necessário à redução de danos da infelicidade gerada pelo sistema, ou "permissão há" à formação de cooperativa, com pregão eletrônico, para auto gestão da drogadição - com profissionais prescritores em equipe consensual.
    Síntese: proscrita desumanização!
    http://libertodesi.blogspot.com.br/2017/05/politica-publica-bebada.html?m=1

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