Cardume de piranhas, a quem cerca?
Dentes cravados na praça do povo.
Som de apitos sirenes caladas -
Plínio mais Caio, Raquel e João Paulo.
Caíram em oficina de tapas,
mas desenham um coração no peito.
Praça do povo - há vida que pulsa.
Debaixo de seus braços um troféu.
Lar de mendigos que esperam São Paulo,
exposto ao projeto autoritário
na vala que ali corre à céu aberto
sem verde dessa flâmula azul mar.
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