DEMOCRACIA do esnucado voto, pelo bola sete, sobre tapete leucodérmico, vermelho de envergonhado coração alheio, exposto em olfatada maresia, pedinte de vistas ao duplo aquário, declinado de procurar Nemo, sob pelos em variadas direções, mas dominado pela mão direita com três dedos de poderes monocráticos, perto de anárquicas pedras a serem jogadas em búzios sem conchas, estas mordidas por leão de costas à mãe África de tantos filhos sem alicerces de mesa branca, ramelado em lufadas do homogeneizante norte-norte, que congela o sul-sul escravo, que achata, nesse olhar à frente, a nádega obtusa, esta sem a ginga caminhante, britada sem águas saturnínicas, agora projetadas "in natura" em oceano do voto escancarado cheio de dentes, à espreita de violentado escrutínio inválido.
Ah, vá! Sintam muito!
Nenhum comentário:
Postar um comentário