Não resisti ao infame.
Mereço agora esse açoite,
de sua língua que fala.
Há emoção no silêncio,
demonstrada generosa,
ao sentir de um vulcão,
no compartilhado tempo.
Mereço agora esse açoite,
de sua língua que fala.
Há emoção no silêncio,
demonstrada generosa,
ao sentir de um vulcão,
no compartilhado tempo.
Há vento em chama de vela –
palavra falada ao ser,
Lampedusa em Godard.
Ao desarquivá-la à tempo,
sinergia do caminho,
se converte o criativo
ser do tempo ao espaço.
Água é que me refresca,
nesse mar que me condensa.
Braços nadam, lá, abraçam.
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