domingo, 2 de agosto de 2015

Contrapartida ao escritor, do coletivo "Como Escrever Um Livro".

   Em proposta de transcendência:
. cronológica - tempo de vida do autor, com o tempo eterno de sua obra;
. geográfica - muro, com a leitura entre vizinhos.
   A contrapartida - ganho:
. direto: venda de seu livro/disco;
. indireto: nutrir seu dizer poético/musical, em leitura/audição de obra de terceiro - escritor/músico, combalido ou morto, homenageado assim:
   PROVA TERAPÊUTICA HERÓICA - acontecida: capilaridade já levada a cabo, em evento lítero-musical no dia dos mortos, evocado em seu nascimento (do homenageado), para gerar contraste poético, em saudação extensiva aos poetas que se foram, no auditório do aquário, à tarde com participação da Alice Mesquita, Regina Alonso e Rogério Baraquet, e no palanque do "Chorinho no Aquário" mais à noite, com Carlos Lineu, em conjunto com esse propositor, quando lançou seu dizer poético em livro artesanal - Da Mata Atlântica ao Neruda, noticiado em "ATribuna" há dois anos atrás.
   Agora em sincronia, quiçá, com a “Festa do Livro” - a cada 2 meses e meio, com sua localização geográfica mais central.
   DIAGNÓSTICO – demandado: "levar poesia à rua" - aforismo comungado há 5 anos ininterruptos, por esse escrevinhador, em sala cedida pelo SESC – Santos, onde poetas vivos, de mais idade, se limitam àquele espaço circunscrito, ao terem sido convidados à rua – preceituado em sua criação, mas certamente atenderiam ao enunciado, autoral da Helle Alves - precursora da "Sociedade dos Poetas Vivos", se em proximidade de sua casa ou trabalho, assim como em palco de outro evento literário - quiçá.
   PROGRAMA – estrutural leve: sinérgico e concomitantemente, fazê-lo acontecer – por coerência em praça pública, mas também em proximidade à residência ou trabalho do escritor – preferencialmente aquele combalido em sua saúde, inscrito por seu par ou por ele próprio, ao fornecer a data e o endereço, para confecção do mapa do “colar” de escritores/cantores – inicialmente de Santos. Já o morto evocado, em seu dizer/cantar poético, assim repercutido, sem aguardar os 70 anos de sua morte - domínio público.
   PERSPECTIVA – priorizada: visibilidade ao escritor/músico, em colar - referido pelo Fabião, Secretário de Cultura de Santos, e assim, em análoga prioridade dada ao carnaval, aqui inspirado pelo dizer do Meio Ambiente – colar, agora também da Cultura de escritores – sugerida, em reunião, pelo secretário, e preconizado em curso de literatura “Como Escrever Um Livro”, coordenado pelo Marcelo Ariel – ser lido pelo vizinho.
   BASTIDORES – perceptíveis: de que esse coletivo traduza, coloquialmente, as demandas da gente da cidade, mas, igual tatu – entocado em sua casa, em semelhança a Cora Coralina – até então conhecida doceira, na visão de respectivos vizinhos.
   BENEFICIÁRIA – obra: a ser festejada, do escritor/músico, que mutuamente se alavanquem, na comemoração com seus pares mais íntimos em casa, do aniversariante, dada a preferência ao combalido, no evento assumido – quiçá, por aqui.
Abraços agradecidos.
Ricardo Rutigliano Roque – autor e propositor desse programa/evento, híbrido com o aforismo de Helle Alves.

Em tempo: postar in box, em favor daquele que se animar, responsivamente para sí ou de um par - prosador e/ou versador, e músico, que se nutra da ideia: nome, data de nascimento, endereço residencial ou do trabalho e telefone celular - seu e dele.

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