É!
S aber
C omo
R edigir,
E laborar.
V oltar-se
E numerando,
R uminando,
S obre
O
B ásico,
R elato
E xtensivo,
"I ndividual".
N utrida
V ida
É
N amorada,
T ingida.
A quele
R emanso
E leito.
D epósito
E ncoberto,
S ob
C amadas
O ntológicas.
B isuntados
R amos
I nsatisfeitos
R efletidos.
rrr.
terça-feira, 20 de março de 2018
segunda-feira, 19 de março de 2018
De Tudo Fica um Pouco!
D aquela
E stante
T inta
Ú mida
D esperta,
O u
F olha
I ncendeia.
C adê
A quele
U mbral?
M inha
P intura!
O nde?
Ú ltimo
C aderninho.
O lha!
rrr. /
E stante
T inta
Ú mida
D esperta,
O u
F olha
I ncendeia.
C adê
A quele
U mbral?
M inha
P intura!
O nde?
Ú ltimo
C aderninho.
O lha!
rrr. /
quarta-feira, 14 de março de 2018
A Partida.
A Partida.
- Mas, ela teve um mal súbito!
Um provável não lugar pra maioria, mas, o lugar de confissões daquela passageira.
Dentro de um ônibus, não basta entender, tem que sentir o acontecido?
Teria contado algo de bom em sua última viagem e, ora bolas, riram! Agora que chorem!
- Vai ao hospital, Lurdinha - minha filha, lá na UTI! Leva seu celular pra me dizer!
- Ela caiu, à porta da farmácia, no meio da ligação. Desmaiou!
- Algum atendente daquela farmácia pegou o celular, caído ao chão e, quase imediatamente, desligou, pois me disse: "é trote"! Por certo imaginou ter eu lhe assediado a paz e, gerado assim, tal mal!
- Onde desço, motorista, pra chegar no centro de Cultura? Indaga àquele profissional em trajetos, lá à frente e após fechado semáforo.
- Eu aviso, o senhor, ao chegar o ponto!
- Esses velhos! Queria ver se fosse com algum deles! "Segredado ao pé de ouvido" pra terceira pessoa, esta prestes a descer.
- Você precisa ir à unidade de urgência, no trajeto deste ônibus e perguntar no balcão, se ali estaria internada sua conhecida. Retrucou em cumplicidade, esta entre mulheres, que se socorrem, em belíssima solidariedade.
- Obrigado motorista! Desço aqui.
Desceram o velho e a cumpliciada mulher.
- Que bem me teria causado o fone de ouvido, viu?
- Que mal faria, à viagem, se cada um exigisse o parar ou mudar de rumo de ônibus pelo motorista, em atenção pra si.
É a revolta daquela mulher, feita boneca, com controle remoto. Vingada estava, contra aquele meio, até ali, submetedor de grande irmão. Fez-se passar por irmã caçula se rebelando. Contra o papel, imposto, em coadjuvante postura.
rrr.
- Mas, ela teve um mal súbito!
Um provável não lugar pra maioria, mas, o lugar de confissões daquela passageira.
Dentro de um ônibus, não basta entender, tem que sentir o acontecido?
Teria contado algo de bom em sua última viagem e, ora bolas, riram! Agora que chorem!
- Vai ao hospital, Lurdinha - minha filha, lá na UTI! Leva seu celular pra me dizer!
- Ela caiu, à porta da farmácia, no meio da ligação. Desmaiou!
- Algum atendente daquela farmácia pegou o celular, caído ao chão e, quase imediatamente, desligou, pois me disse: "é trote"! Por certo imaginou ter eu lhe assediado a paz e, gerado assim, tal mal!
- Onde desço, motorista, pra chegar no centro de Cultura? Indaga àquele profissional em trajetos, lá à frente e após fechado semáforo.
- Eu aviso, o senhor, ao chegar o ponto!
- Esses velhos! Queria ver se fosse com algum deles! "Segredado ao pé de ouvido" pra terceira pessoa, esta prestes a descer.
- Você precisa ir à unidade de urgência, no trajeto deste ônibus e perguntar no balcão, se ali estaria internada sua conhecida. Retrucou em cumplicidade, esta entre mulheres, que se socorrem, em belíssima solidariedade.
- Obrigado motorista! Desço aqui.
Desceram o velho e a cumpliciada mulher.
- Que bem me teria causado o fone de ouvido, viu?
- Que mal faria, à viagem, se cada um exigisse o parar ou mudar de rumo de ônibus pelo motorista, em atenção pra si.
É a revolta daquela mulher, feita boneca, com controle remoto. Vingada estava, contra aquele meio, até ali, submetedor de grande irmão. Fez-se passar por irmã caçula se rebelando. Contra o papel, imposto, em coadjuvante postura.
rrr.
sábado, 17 de fevereiro de 2018
sexta-feira, 16 de fevereiro de 2018
quarta-feira, 14 de fevereiro de 2018
segunda-feira, 5 de fevereiro de 2018
VIDA AO ALTEREGO!
O escritor poderia matar o próprio ego. Sairia, assim, da frente de seu texto. Este assinado por heterônimo. Ao dar, àquele que não tenha, voz. Daria vida após a morte do ego. Vida ao alterego!
rrr.
rrr.
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